Mostra Novíssimos recebe trabalhos de Monica da Costa e Rodrigo Rivera neste fim de semana no Rio de Janeiro

Corpo D’Água, de Monica da Costa (colaboradora do ctrl+alt+dança), e Número 5, de Rodrigo Rivera, ocupam o Teatro Cacilda Becker (durante a mostra Novíssimos) entre 1 e 5/ago.

Com entrada franca, os espetáculos serão apresentados em sequência, e as sessões acontecem sexta (3/ago), às 15h e às 20h; sábado (4/ago), às 20h; e domingo (5/ago), às 19h.

O trabalho do coreógrafo e bailarino Rodrigo Rivera busca a fragmentação do corpo e do movimento de forma a envolver a energia e potencialidade que surgem do íntimo de uma respiração. Em Número 5, o artista procura mostrar através da performance que se perder pode ser a oportunidade de achar seu próprio caminho.

Rodrigo Rivera é graduando do curso de Bacharelado em Dança da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e integrante da Cia. Universo Paralelo – Núcleo de Pesquisa em Dança Contemporânea da UFRJ.

 

Monica da Costa apresenta Corpo D’Água, um espetáculo de dança afro-contemporânea que se inspira na água como universo poético e mítico. É água enquanto elemento que toma corpo e corpo que se torna elemento.

Monica da Costa é graduada em Dança pela UFRJ e doutoranda em Artes Cênicas pela UNIRIO. Desde 2008 vem construindo um trabalho autoral com pesquisa de danças e performances de motriz africana e afro-brasileira, em parceria com o diretor de teatro Renato Santos, com quem criou o Núcleo de Dança Afro-Contemporânea. Corpo D’Água foi o primeiro trabalho autoral, criado em 2009, e remontado em 2010 em parceria com o músico Sergio Arriola. Constitui o início de uma pesquisa de linguagem em dança afro-contemporânea a partir das danças de orixás, que busca abarcar mais do que o movimento em si, já codificado, mas também passar por ele. Essa pesquisa tem continuidade no segundo trabalho do Núcleo, De onde vem sua Dança?, cujas apresentações no Rio e em Salvador no mês de agosto, serão em breve divulgadas aqui.

Corpo D’Água foi apresentado no SESC Niterói, abrindo a exposição “Águas: Desafios e Pesquisas”, em 2009; no Projeto Primeiro Passo, do SESC Pompéia, em 2010; e no Festival de Divinités Noires, em Lomé (Togo), em 2011. O projeto de circulação do espetáculo está em fase de captação pela Lei Rouanet.

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