Carmen Luz e Núcleo Curva: dança negra no Rio de Janeiro e em Paris (FR)

De amanhã até sábado (22-25/mai) a coreógrafa e cineasta Carmen Luz organiza um evento de lançamento de seu documentário Um Filme de Dança no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, que conta com exposição, seminário e oficinas. O documentário, conforme texto presente no flyer de divulgação, “é uma homenagem à perseverança de bailarinos e coreógrafos, um tributo ao corpo negro, dono de sua própria dança”.

O seminário que acompanha o lançamento de Um Filme de Dança, intitulado “E Dança tem Cor?”, organiza-se em 4 mesas-redondas em 23/mai (qui), entre 14h30 e 21h30. São elas: Dança, Afrodescendência e Educação; Corpo Atento: África do Oeste, Diáspora Negra e os Dilemas Contemporâneos na Dança; Dança e a Produção de Intercâmbios; e Produção do Conhecimento Histórico sobre a Dança Negra Brasileira: delimitação do tema, conceitualização, abordagens e lacunas. André Bern, editor de ctrl+alt+dança, atuará como mediador na mesa Corpo Atento, que conta com a fala de Luciane Ramos (SP).

Confiram mais informações no flyer abaixo:

Por sua vez, o Núcleo Curva de Arte Afro-Contemporânea apresenta o solo Corpo D’Água amanhã (22/mai) no Musée d’Arts et d’Histoire, em Saint Denis (Porte de Paris (FR)). O solo também ganha um ensaio aberto em 24/mai (sexta), no Centre National de la Danse de Paris, em Pantin.

Montado pela primeira vez em 2009, Corpo d’Água se inspira na água como universo cinético, poético e mítico, como elemento que toma corpo e corpo que se torna elemento, sobretudo em Oxum, orixá das águas doces. Para sua criação, Monica da Costa, coreógrafa e intérprete do trabalho, debruçou-se sobre o próprio corpo e arquétipo, em conjunto com a aprendizagem de seus fundamentos no processo iniciático simbólico no culto afro-brasileiro. As poesias de água do escritor brasileiro Manoel de Barros também serviram como material de pesquisa e inspiração.

A apresentação de amanhã integra a programação do 7éme Colloque International d’Ethnoscenologie / Festival l’Imaginaire. Já o ensaio aberto faz parte do projeto Quatre Mouvements, em residência artística entre maio e julho de 2013, com colaboração de Amandine Richaud e Ana Pi.

Confiram mais informações no flyer abaixo:

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