Em São Paulo: começa a 7a. edição do Festival Contemporâneo de Dança

[Marlene Monteiro Freitas em Guintche / foto: divulgação]

Hoje (28/out) começa a 7a. edição do Festival Contemporâneo de Dança em São Paulo, que reúne artistas de diversos países em torno de palavras-chave como ‘experimentação’, ‘investigação’ e ‘questionamento de fronteiras artísticas’. O festival, que se estende até 16/nov (dom), apresenta trabalhos que conjugam pensamento crítico e reflexão poética.

Neste ano, o raio de atuação geográfica do evento foi ampliado na cidade de São Paulo: Centro Cultural São Paulo, Galeria Olido, SESC Santana, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes e FUNARTE são exemplos de espaços por onde circularão bailarin@s e seus trabalhos ao longo da nova edição do festival. Na maioria das salas, o acesso é gratuito ou a preços populares.

Neste ano, além de Marlene Monteiro Freitas (Cabo Verde / Portugal) – que apresenta Guintche (ver foto acima) – retornam ao país os artistas Ivo Dimchev (Bulgária / Áustria) – com os trabalhos Concerto ICure – e Taoufiq Izeddiou (Marrocos), acompanhado de sua companhia (a Cie. Anania) e o espetáculo Rev’Illusion. Conforme explica o texto de divulgação do festival: “O FDC investe no retorno destes artistas com o objetivo de proporcionar ao público que acompanha anualmente a programação do Festival a chance de perceber as singularidades de suas trajetórias e de conferir a continuidade de pensamentos que se expandem, se consolidam e se revigoram ao longo do tempo”.

O evento ainda promove uma difusão de obras de jovens coreógraf@s sul-american@s. São el@s: Luciana Chieregati (Brasil / Espanha), Cecilia Lisa Eliceche (Argentina / Bélgica), Santiago Turene e Miguel Jaime (ambos do Uruguai). Além das apresentações, o festival viabiliza ações de formação, com oficinas ministradas por Marlene Monteiro Freitas, Ivo Dimchev e Taoufiq Izeddiou.

A 7a. edição do FCD também conta com a presença do 7×7, projeto que surgiu do desejo de estimular reverberações dos trabalhos, fomentar discussões, “anestesiar polaridades e valorizar a voz compartilhada e conectiva”. Além de produzir suas próprias escritas poéticas e compartilhar o método do projeto com o público interessado, 7×7 estará presente em ações esporádicas de ocupação, antes e depois dos espetáculos.

Para saber mais detalhes sobre a programação do festival, e conferir dias e horários das apresentações e atividades, visite o site www.festivalcontemporaneodedanca.com.

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